Allione quer esquecer ajuda ao Grêmio e foca em vencer o Boca

  • Autor: Nova Opinião - Data 10/01/2018

Após o título do Grêmio na Copa Libertadores, foi comum ouvir de parte da torcida do Palmeiras que Allione havia sido um dos responsáveis pela conquista. Entenda, o argentino foi expulso em duelo com os gaúchos pelas quartas de final da Copa do Brasil de 2016, em que o time reserva do Verdão conseguia o empate no Palestra Itália para garantir sua classificação. Pouco depois de o argentino ser expulso, porém, o Tricolor anotou o gol da vitória e, posteriormente, venceu o torneio que garantiu vaga no que viria a ser o Tri da América.

De volta ao Alviverde após passar 2017 emprestado ao Bahia, Allione quer deixar de lado a triste lembrança e focar na possibilidade de trazer o título da Libertadores para a Academia de Futebol. Para isso, mira vitórias nos dois confrontos contra o Boca Juniors, pela fase de grupos do torneio.

“Foi um momento difícil, fiquei muito triste. Serviu para que eu amadurecesse também e para que isso não volte a acontecer. Espero dar alegria ao Palmeiras. Não ajudei muito o Palmeiras neste jogo, mas agora estou voltando mais maduro, isso não vai voltar a acontecer”, comentou o meia, antes de falar sobre as partidas contra o gigante argentino.

“É um grande também da América. Sempre bom enfrentar esses times, porque ganhando esses jogos, o elenco pega mais confiança talvez. E é sempre bom voltar à Argentina, jogar lá, lembrar um pouco. Tomara que neste ano a gente se dê bem tanto na Bombonera quanto no Palestra Itália”, completou.

Contratado em 2014 após passar pelo Velez Sarsfield, Allione chegou ao Palmeiras durante a curta gestão do compatriota Ricardo Gareca. Atrapalhado por lesões, ele participou como coadjuvante dos títulos da Copa do Brasil 2015 e do Campeonato Brasileiro 2016.

Vinculado ao Palmeiras até junho de 2019, Allione foi emprestado ao Bahia até o final de 2017. Pelo time tricolor, o meia de 23 anos participou do título da Copa do Nordeste e da campanha que terminou com a 12ª colocação do Campeonato Brasileiro.

“Tem jogador que chega jogando bem, não foi meu caso, talvez. Mas agora já estou pronto, não tenho mais desculpa agora. A diferença entre futebol brasileiro e argentino é entender o momento de atacar e de defender”, finalizou.

Fonte: Gazeta Esportiva

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