Aesa prevê chuvas dentro da média no semiárido paraibano, em 2017

  • Autor: Nova Opinião - Data 23/12/2016

A Agência Executiva de Gestão das Águas do Estado da Paraíba (Aesa) registrou chuvas em 33 cidades paraibanas entre quarta (21) e quinta-feira (22). Os maiores índices pluviométricos nas primeiras 24 horas do verão ocorreram na região do Agreste e a cidade onde mais choveu foi Solânea, com 31 milímetros.

Também ocorrem chuvas significativas em Bananeiras (28,8 mm), Logradouro (29 mm), Pirpirituba (27 mm), Caiçara (22 mm) e Belém (21,5 mm). “Uma grande parte do Nordeste do Brasil contínua instável. Essa instabilidade é devido ao aumento da nebulosidade que provoca a ocorrência de chuvas em áreas localizadas da Paraíba. Com isso, o tempo deverá permanecer instável, com nebulosidade variável e chuvas isoladas no Estado”, explicou o meteorologista da Aesa, Lindenberg Silva.

Trimestre – Meteorologistas da Aesa e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG) anunciaram que a expectativa para o primeiro trimestre de 2017 é de chuvas dentro da média histórica no semiárido paraibano. O anúncio foi feito após a “Reunião de Análise Climática para o setor norte da região Nordeste”, que aconteceu em Campina Grande.

De acordo com o relatório divulgado pelos meteorologistas, “a atual configuração das condições oceânico-atmosféricas globais, bem como do resultado de modelos de previsão climática de instituições nacionais e internacionais, indicam a tendência das chuvas ocorrerem dentro da média histórica no Alto Sertão, Sertão, Cariri e Curimataú”.

Também foi ressaltado que durante o mês de janeiro e o início de fevereiro pode ocorrer uma maior variabilidade das chuvas devido aos tipos de sistemas meteorológicos atuantes. “A partir do mês de março há uma convergência mais favorável”, descreveram os meteorologistas no documento.

O prognóstico climático completo está disponível no site www.aesa.pb.gov. A página da Aesa na internet também disponibiliza informações sobre autorização para uso da água bruta e o trabalho desenvolvido pelos comitês de bacias.

Fonte: Radar Sertanejo

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